Vídeo: Juntando os cacos da vida (parte 2) - Pr. Cláudio Gama

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No culto de encerramento do encontro de jovens da sede o preletor do evento, Pastor Cláudio Gama, continuou a mensagem do dia anterior com o tema: "juntando os cacos da vida", baseado no tema do congresso disposto em Jeremias 18. 1-6. O pregador lembrou que somos barro em, nossa origem e em nosso destino, mas o mesmo Deus do ouro é o Deus do barro.


Há várias lições que aprendemos no texto em questão. Primeiramente, a de que Deus não faz o barro andar em linha reta mas o põe na roda (v. 3). Há circunstâncias na vida em que parece que estamos sem rumo, andando em círculos, mas isso deve-se à ação de Deus e não devemos perder o foco. Deus sabe o que está fazendo; estápromovendo nosso amadurecimento espiritual.

Em segundo lugar, o barro se movimenta mas não sai do lugar, da roda. Nosso trabalho, nosso esforço, às vezes parece inútil. Trabalhamos e não conseguimos prosperar, materializar as promessas de Deus em nossa vida. Há momentos de amargura e abatimento. Mesmo que a nossa percepção seja a de não sair do lugar, devemos persistir na vida. Deus vai nos honrar no tempo certo.

Também aprendemos que os desígnios de Deus nos fazem viver em círculos. É o próprio Deus que joga o barro na roda. Não é um ser estranho; não é o diabo. Essa roda é o agir de Deus. Estamos girando mas a mão de Deus não se retira; ela está sobre nós. Deus nos fará sair daí não como barro, mas como vaso.

Ainda, vemos que o oleiro (Deus) poderia escolher qualquer material para fazer o vaso mas escolheu o barro e com o barro se identifica, suja suas mãos. Isso mostra que Deus não tem vergonha de nós, a despeito de nossas impurezas que tentam manchar sua santidade. Ele tem paciência conosco, conhece nossa estrutura e sabe que somos pó.

Finalmente, mesmo que nos achemos quebrados, como cacos, Ele não nos descarta, não nos joga fora. Também não nos remenda, não cola esses cacos. Esmerilha-nos e com nosso pó faz novamente o barro que originará um novo vaso. Assim, ninguém poderá perceber que um dia fomos um vaso quebrado; nosso passado não será percebido pelas outras pessoas.

Ao final da pregação, doze almas atenderam ao apelo do Pastor Cláudio para entregarem suas vidas para Cristo.