Vídeo: Pr. Altair Germano destaca o amor do Pai mesmo quando o filho erra

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No culto de encerramento do Congresso dos Adolescentes, em 8 de novembro, o Pastor Altair Germano utilizou a parábola do filho pródigo como figura do relacionamento de Deus, o Pai perfeito, conosco, seus filhos.



A parábola do filho pródigo mostra o contexto do amor, da misericórdia e da graça de Deus. O pai da história em questão não erra, mas isso não impede que seus filhos tomem decisões erradas na vida, não impede seus filhos de sairem de sua presença.

São nas epxeriências da vida que amadurecemos. Quando o filho erra e se afasta de seu Pai, quando seus equívocos resultam na desgraça, há a oportunidade de refetlir sobre suas desventuras e rever o rumo que tomou na vida. O desejo da mudança vem e é salutar reconhecer os próprios erros, demonstrar arrependimento e maturidade.

O Pai não rejeita o filho, não se preocupa com as suas explicações, apenas o abraça e o recebe de volta. Devolve-lhe a dignidade, a liberdade e a alegria.

As vezes, a Graça de Deus gera perplexidades em outras pessoas, como o caso do irmão mais velho do filho pródigo. Nós, seres humanos, tendemos a estabelecer prazos e procedimentos para que o perdão seja concedido; queremos ser mais justos que o próprio Deus.

Mesmo quem erra, com o peso da culpa, tem dificuldades em entender o amor de Deus e adiam sua reconcilação por medo de Deus. Mas Deus os recebe, devolvendo-lhes os dons, os talentos, a alegria, a dignidade, quando a decisão de voltar é sincera.

As decisões de deixar a presença de Deus e de retornar a Ele normalmente não são repentinas. São frutos de reflexões que levam tempo. Quem reconhecer que está pensando em deixar a presença do Senhor pode e deve interromper esse processo para que não passe pelo lamaçal descrito na parábola do filho pródigo.