Vídeo: Pr. Eduardo Ramos prega para a Igreja tomar posição na guerra que enfrenta

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No dia 22, de agosto, sábado, no segundo culto do Congresso da UFADECAMP de 2009, o Pastor Eduardo Ramos, da Assembleia de Deus Liberdade e Vida, de Brasília, pregou sobe a necessidade de se tomar posição diante da guerra que a Igreja enfrenta contras as hostes espirituais.

Como exemplo desse posicionamento, o pregador lembrou a história de Débora, juíza de Israel, que se levantara diante do cerco que Israel sofria de seus inimigos cananeus, comandados por Jabim e Sísera. Débora, antes de despertar o povo, despertou-se, a si mesma, e faz um desafio ao grande líder de Israel, Baraque. Baraque aceita o desafio, mas somente se Débora estiver junto dele.

Débora dá os detalhes da situação. Percebe que o fato de Israel ter desviado-se dos caminhos retos, entrando por caminhos tortuosos, levou o povo à dificuldade, tendo que enfrentar os cananeus. Assim, hoje, quando o povo se desvia dos caminhos do Senhor, a crise vem.

Débora não reclama do povo, mas toma uma posição, busca o Senhor, coloca-se como modelo. Então percebe que não está sozinha, mas há outras pessoas no povo que também estão de joelhos no chão para que Deus liberte seu povo. Nas lutas que enfrentamos, se tomarmos uma posição, veremos que há outras pessoas voluntárias, anônimas, ao nosso lado, que Deus levantou, para nos ajudar a formar um exército contra o inimigo.

A heroína percebe que o povo estava desarmado, sem lanças, sem escudos. Também estava desorganizado, perplexo diante da guerra, carente da figura de um líder.

O que Débora percebe nessa guerra é que as flechas do inimigo, em grande quantidade, atingem as fontes de água de Israel. De fato, quando um povo era cercado pelo inimigo, sua capacidade de resistência é muito maior se houver fontes de água para se abastecer. Assim enquanto os sitiados procuravam manter suas fontes internas de água, os seus algozes, que os cercavam, procuravam destruir essas fontes.

Na guerra espiritual que enfrentamos, o inimigo também tenta atingir nossas fontes. Uma dessas fontes, é a Palavra de Deus. A Palavra é atacada quando, por conta do cotidiano, dos inúmeros compromissos, até mesmo na Igreja, os crentes estão reduzindo o tempo dedicado ao estudo da Palavra de Deus. Outra fonte que sofre com as setas do inimigos é a nossa fé. Por fim, o Espirito Santo dentro de nós estpa sendo atacado quando deixamos, por conta das reações contrárias, de utilizar os seus dons, deixamos de profetizar e falar línguas estranhas. O Espírito Santo é o grande presente para Igreja em sua caminhada nesse mundo.

Por isso, é necessário o crente levantar-se, tomar uma posição, servir de modelo, protegendo as fontes que mantém a Igreja firme diante dos ataques do adversário.