Louvor, Adoração e Música

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O Deus que fez o mundo e tudo que nele há, sendo Senhor do céu e da terra, não habita em templos feitos por mãos de homens; nem tão pouco é servido por mãos de homens, como que necessitando de alguma coisa; pois Ele mesmo é quem dá a todos a vida, e a respiração, e todas as coisas. . . Porque nEle vivemos, e nos movemos e existimos . . .” At 17. 24, 25 e 28. Ele é digno de louvor!

A Bíblia traz diversos exemplos de homens e mulheres que louvaram em gratidão ao Senhor por bênçãos imerecidas. Moisés, Miriã, Ana, Davi, Maria e muitos outros. Até mesmo os anjos aparecem continuamente louvando ao Senhor.


Infelizmente, muitas pessoas têm negligenciado a questão do louvor, oferecendo a Deus qualquer oferta. Dessa forma, tocam instrumentos ou abrem a boca de qualquer maneira, pensando que Deus está recebendo esse louvor desafeiçoado. Lembremo-nos de Caim, que ofereceu um sacrifício ao Senhor de maneira indevida, e depois forçá-lO a aceitar o que ele queria dar e não oferecer o que Deus desejava obter dele.

Para que nosso louvor agrade a Deus, o Merecedor do mais perfeito louvor, é preciso que seja ofertado em espírito, mas com entendimento (I Co 14.15); com toda a alma (Sl 104:35); com retidão de coração (Sl 119.7); com regozijo, alegria constante (Sl 71.6); e nas horas felizes e também nos momentos de aflição e angústia (At 16.25), pois são nesses momentos que o espírito do homem se expressa mais intensamente. Leiamos Sl 51.15-19, trata-se de um período difícil para Davi depois de ter pecado.


Falar a respeito de louvor, não é fácil, mas antes, precisamos saber o que é ADORAÇÃO. Louvor é fruto de adoração.

Como conceito geral, “a palavra “adorar” vem do latim adorare, significando render culto, reverenciar, venerar, amar extremosamente.


. . . amar extremosamente . . .” Deut 6.5 diz: “Amarás, pois, o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de toda a tua força.” Em Mc 12.30 Jesus acrescenta “de todo o teu entendimento”.

O QUE PODERÍAMOS APRENDER?

O “coração” é o responsável pelo bombeamento de sangue no corpo humano, da mesma forma, devemos bombear o “amor” constantemente por todo nosso ser. Aqui podemos supor que se trata da natureza emocional do homem (ou seja, da alma). Logo, devemos amar a Deus com emoção, sensibilidade, pois é assim que o amor para com Deus deve ser.

A “alma”, que se refere os versículos, seria o espírito do homem, onde fica sua consciência cristã.

Já a “força” falaria de intensidade, veemência, impulso. Pois assim deve ser o amor, forte como a morte (Cant 8.6), não se abala diante das maiores tempestades, isso porque “as muitas águas não poderiam apagar esse amor, nem os rios afogá-lo; . . .”(Cant 8.7).

O “entendimento” nos ensinaria que devemos amar a Deus com conhecimento da verdade e quando alguém nos fizesse indagações a respeito do nosso sentimento, saberíamos responder com clareza, sem gaguejar e sem qualquer tipo de dúvida.

A interpretação da Lei (a TORÁ ) feita pelos judeus nos relata que devemos amar a Deus com nossas “inclinações” (força), isto é, “que não seja o nosso coração dividido em discórdia com o Oni-Presente”. Devemos amá-Lo com toda a nossa alma "mesmo que Ele tire a nossa alma" Com toda nossa força, portanto, significa " com toda as nossas “posses”.

Ao lermos Mc 10.17-23, percebemos que diferentemente de Mc 12.30, Jesus começa pelo amor ao próximo, para depois falar no amor a Deus. Essa foi a estratégia utilizada pelo Mestre, não deixando dúvidas de que Ele sabia o que se passava no coração do moço. Quando o Jesus diz a ele para vender todos os seus bens e dar aos pobres, é uma referência aos ensinos da Torá quanto ao amar as posses mais do que a Deus. No v.22, o rapaz se retira pesaroso porque possuía muitos bens. Logo, não restando dúvidas de que ele não cumpria toda a Lei. Ele não amava a Deus com toda a sua “força”, por isso, calou-se e foi embora.


Muitas outras definições poderiam ser atribuídas a esses termos (coração, alma, força e entendimento), mas aqui já temos interpretações suficientes para fixar a idéia de que Deus deve ser amado com tudo quanto há no ser humano, ou seja, com espírito, alma e corpo.


Logo, se amarmos ao Senhor como nos ensina as escrituras, nossa adoração será agradável a Deus, pois estaremos prostrando diante dEle tudo aquilo que somos e temos. Isso é adoração.


O conceito bíblico de Adoração é:

& Glorificar a Deus – Ao ler-se I Co 10:31, conclui-se que Adoração é glorificar a Deus em tudo, em todas as áreas da vida;

  1. Prestar um culto racional a Deus – Rm 12:1, ou seja, todas as partes do nosso corpo devem se consagradas a Deus, pois o nosso corpo é o Templo do Espírito Santo (I Co 6:12-20);

  2. Louvar a Deus (Sl 63:5 e 47:6).


Há vários elementos necessários à verdadeira Adoração¹:

1. Disposição para enfrentar o próprio “eu”;

2. Confissão e arrependimento de pecados;

3. Um despertamento íntimo, que crie o desejo de buscar e adorar a Deus;

4. A convicção de que a própria vida tem sede de adoração a Deus, isso, produto de uma profunda insatisfação pelo tipo de vida que a omite;

5. Entrega total, para que sejam renovados o espírito, a alma e o próprio corpo;

6. Buscar a comunhão, ter uma relação mais íntima com Deus;

7. Ter um altar santificado para oferecer sacrifícios e ofertas que sejam agradáveis a Deus;

8. Estar junto com outras pessoas que têm o mesmo desejo, adorar a Deus;

9. Orar e louvar.


Depois que meditamos um pouco sobre adorar, o que significa Louvar?


Biblicamente falando, há várias palavras hebraicas e gregas que expressam esse assunto. O termo hebraico mais comum é halal, que significa “fazer barulho”, nesse caso, os sons proferidos pelas pessoas envolvidas como parte da adoração ao Senhor. Outra palavra hebraica é yada, estava associada a movimentos corporais que exprimem o louvor. Zamar, também hebraica, indicava o louvor expresso mediante cânticos ou instrumentos musicais. No N.T. a palavra mais comum é eucharistéo, que literalmente significa “agradecer”. Além disso, há também a palavra grega eulogéo, “abençoar, bendizer”.¹


Como também, louvar pode ser traduzido por: magnificar, aprovar, honrar, glorificar, oferecer ações de graças, elogiar, adorar, aclamar. E, quando não há sinceridade no louvor, lisonjear. Mas hoje, louvar está inteiramente ligado a “cantar” e, esta sem dúvida, tem sido a forma mais usada nas igrejas para adorar a Deus.¹


Como surgiu a Música?


O som e o ritmo, os elementos formais da música, são tão velhos como o homem. A harmonia e a melodia foram assimiladas posteriormente. Muitos historiadores supõem que rumor do vento nas árvores, o cantar dos pássaros e os anseios espirituais do homem tenham sido os responsáveis pelo despertar da sensibilidade humana para a música. ²


A Bíblia nos mostra Jubal como o primeiro a inventar um instrumento musical e dele extrair melodia (Gên 4:20-22). Devemos ter cuidado com comentários indevidos ao dizer que a música é algo digno de maldição, uma vez que a primeira notícia que temos sobre a música no mundo foi por intermédio de instrumentos criados por um descendente de Caim. Os instrumentos musicais aparecem por toda a Bíblia como meio de louvar a Deus, inclusive nas grandes celebrações e louvores nos céus (este assunto será melhor enfocado mais adiante).


A influência da música na vida do homem


Aristóteles certa vez afirmou que “. . . emoções de toda espécie são produzidas pela melodia e pelo ritmo. Através da música, por conseguinte, o homem costuma experimentar as emoções certas”.³ Em 2 Rs 3:15, a música serviu para acalmar o profeta de Deus que ficou irritado com Jorão por causa das iniqüidades de seu pai Acabe. Já em I Sm 16:16,23, a música foi como um paliativo para Saul.


Continuando a idéia acima, Aristóteles enfatiza sobre o poder da música em formar o caráter humano. Ele acreditava que uma pessoa poderia ser incentivada à renúncia, outra tem o domínio próprio, e há aquela que ficaria entusiasma, outra fica melancólica e assim por diante.³


O ser humano pode ser afetado fisicamente pelo tipo de música que ouve. Alguns segmentos da psicologia a utilizam para tranqüilizar as pessoas. Muitos desses profissionais se entusiasmam pelos bons resultados dos tratamentos psicossomáticos em pacientes. Escolas infantis, creches e cursos preparatórios vêm utilizando a música como terapia alternativa. Nas creches se iniciam cedo o processo de mentalização das crianças com métodos que as acalmam e literalmente as levam a dormir.

A música é um tema explorado exaustivamente e muito utilizado pelos adeptos e profissionais da Nova Era. Por isso, deve-se ter muito cuidado com as músicas, principalmente em relação às nossas crianças que freqüentam as creches enquanto os pais trabalham.


Hoje é muito comum nas empresas e nas instituições públicas a presença de salas anti-estresse que se utilizam de músicas, a fim de que os empregados relaxem e trabalhem melhor. Profissionais vêm utilizando a musicoterapia como meio de tratar os problemas de seus clientes. Só que o misticismo vem dominando essa área e nem toda a música utilizada é boa. Pessoas envolvidas com o ocultismo utilizam algumas músicas que levam as pessoas a saírem do normal, entrando no chamado estado alfa. É assim que a mente fica desprotegida, suscetível à operação e à entrada de espíritos malignos.”³


A influência da música no comportamento da sociedade


O estado das pessoas está relacionado ao que a nação ouve. Se a música é boa, o povo é bom; se for pornográfico, o povo será sensual”. DAVID TOME³


Cyril Scott enfatiza que “toda inovação no estilo musical” é seguido invariavelmente, de uma inovação na política e na moral”. DAVID TOME³


Se alguém deseja saber se um reino é bem ou mal governado, se a sua moral é boa ou má, examine a qualidade de sua música, que lhe fornecerá a resposta”. CONFÚCIO³


Pergunto: Assim, como está nosso país? Que tipo de música se toca no Brasil? Com certeza você já sabe as respostas!


A música que influencia na vida do crente


A música judaica – “ora incandescente e lírica, ora serenamente triste”²- traz esperança, expressa momentos de regozijo, alegria, aflições e angústias, foi quem marcou grande parte da história desse povo. Por conseguinte, inspirou a criação da música cristã.

As trombetas eram usadas para acordar as pessoas pela manhã (Nm10.12), chamar os homens à guerra (Nm10.9) e anunciar o Jubileu(Lv25.8,9). A música sempre fez parte da celebração de vitória (I Sm18.6) e da coroação do rei (II Cr23.13). Ela era usada para criar a disposição certa para a profecia (I Sm10.5; II Rs3.15), assim como para puro prazer (Is 5.12) .

O interessante na música dos judeus é sua ênfase no ritmo, e não na melodia. A dança era tão importante quanto à música, vemos isso no AT.: Miriã liderou uma celebração com cantos e danças depois de atravessar o Mar Vermelho em segurança (Ex15.21); Davi dançou diante da arca quando ela foi levada de volta para Jerusalém.

Havia as populares como as canções do povo e aquelas usadas para acompanhar diversos salmos. Davi teve particular importância na compilação do livro de Salmos, que se tornou o hinário do templo. Ele incorporou algumas de suas próprias composições (Sl 18, 23, 51, 57), mas colecionou também muitas outras.

A música parece no N.T.:

  1. nos dias de Jesus (Mt9.23);

  2. na festa oferecida ao filho pródigo (Lc15.25);

  3. hinos eram cantados e os judeus sempre entoavam os Salmos 115 a 118 na Páscoa (Mc14.26);

  4. na igreja primitiva os cristãos usavam as palavras de Maria (Lc 1.46-55) e de Zacarias ( Lc 1.67-79) nos cultos de adoração

  5. Tiago disse que o cantar de salmos expressa a nossa felicidade. Alguns dos hinos da igreja primitiva foram registrados no NT. Acredita-se que Fl 2.5-11 e Ef 1.3-14 sejam hinos.

A história da Igreja Primitiva nos revela um fato muito interessante. Uma das formas que o gnosticismo encontrou para disseminar suas idéias no meio do povo de Deus foi por intermédio dos louvores. Infelizmente hoje não tem sido diferente. Devemos estar alertas com os tipos de mensagens que os louvores transmitem dentro de nossas igrejas.


Outra lição importante que a Bíblia nos ensina a respeito de como deve ser ministrado o louvor está no livro de I Reis. Nos dias de Davi, não havia um serviço de louvor e adoração contínuo diante de Deus. Quando a arca foi trazida definitivamente para a cidade de Jerusalém, Davi teve a idéia de preparar equipes para louvar continuamente diante do Senhor. No começo, seria apenas diante da arca da aliança, que ficara numa tenda nos fundos de sua casa. Contudo, mais tarde, passou a ser dentro do templo de Salomão.


Davi instituiu Asafe, Jedutum e Hemã, da Casa de Levi, líderes de suas famílias, que teriam a obrigação de se revezar em turnos de uma hora de adoração diante da arca da aliança. Leiamos: I Cr 16.4-7; 37-43; 25.1). Assim, observamos que Davi dá outras funções a Casa de Levi além das determinadas por Moisés (Nm 4).

Davi realizou três coisas importantes: escolheu líderes habilitados; forneceu a base inspiracional para o louvor e a adoração; e instruiu o povo nessa arte.

Precisamos estar atentos a essas instruções na igreja de hoje. Pois também precisamos ter ordem na ministração de louvor no nosso meio.

Vencendo batalhas por meio do Louvor


Quando feito um estudo sobre as guerras do A.T., percebe-se sempre a presença de Deus nas pelejas. “A verdade é um pouco mais ampla: toda atividade material tem o seu paralelo espiritual; toda guerra aqui tem o seu paralelo lá em cima.³


Portanto, há um princípio importante que todo adorador precisa compreender: durante o louvor pode-se estar travando uma grande batalha espiritual. Logo, por meio do louvor agradamos a Deus, a fim de que Ele peleje por nós. Por isso, toda música de adoração tem de proceder de uma vida de profunda comunhão e intimidade com Deus, dessa forma o louvor não pode ser de qualquer jeito.

Lendo-se a passagem sobre o cerco de Jericó, observamos que o instrumento, a qualidade do som e quem tocaria foram especificações dadas pelo próprio Deus (Js 6:4). E no 7° dia, ao escutar o sonido o povo gritou com grande grita (v.5).

Assim, o louvor é uma arma que a igreja deve usar contra o inimigo, mas não é a única, pois não é eficaz em si mesma e nem obtém êxito sozinha, depende de oração, de intercessão. Leiamos outro exemplos: 2 Cr 20 e Jz 7:16-22.


A influência da música na Terra


Pesquisas revelam que as plantas são suscetíveis ao tipo de música tocada no ambiente em que se desenvolvem . Da mesma forma, aves dão mais ovos como vacas, mais leite.³ Por conseguinte, Is 43:20 e 21, 49:13 e diversos outros versículos, deixam de ser alegoria e passam a ser realidade. Em Rm 8:22, Paulo revela a íntima relação entre o homem e a natureza. Assim, a ligação é bem simples: o pecado traz miséria e dor, já a redenção da humanidade, a libertação da natureza, Is 55:12.


A influência da música no céu


Nenhum outro livro da Bíblia apresenta de forma tão clara o louvor no céu como o Apocalipse. Ao lê-lo, vê-se um lindo cenário, envolvendo todos os seres criados numa explosão de louvores no céu diante de Deus e do Cordeiro.

  1. 1ª CENA – Ap 4:1-9 -Os querubins iniciam adoração;

  2. 2ª CENA - Ap 4:10-11 – 24 anciãos logo em seguida prestam também seu louvor;

  3. 3ª CENA - Ap 5: 7-10 – Acontece o aparecimento do Cordeiro. E os querubins e os 24 anciãos

cantam um novo cântico;

  1. 4ª CENA - Ap 5: 11-12 – O número de milhares de milhares e milhares de milhares de anjos

também louvam o Cordeiro;

  1. 5ª CENA – Ap 5:13-14 – Toda criação louva a Deus e ao Cordeiro;

  2. 6ª CENA - Ap 7: 9-17 – Uma multidão a qual ninguém podia contar louvam a Deus e ao Cordeiro;

  3. 7ª CENA - Ap 14:2 e 3 - Novo cântico que ninguém pode aprender somente os 144.000;

  4. 8ª CENA - Ap 15:3 – O cântico de Moisés e o cântico do Cordeiro;

  5. 9ª CENA - Ap 19:1 – Uma grande voz de uma grande multidão;

  6. 10ª CENA - Ap 19:5 – Uma voz do trono ordena louvores a Deus.

Logo, percebermos que o louvor será para sempre., por isso é tão importante para o crente.

Temos muitos motivos para adorar ao Senhor aqui, por tudo quanto Ele é e pela esperança que nos deu, de um dia vivermos nos céus onde não mais haverá choros, tristezas e lamentações.


Porque para mim, tenho por certo que os sofrimentos do tempo presente não são para se comparar com a glória por vir a ser revelada em nós”. Rom 8.18


Conclusão


Que sua vida e comunhão íntima com Deus, principalmente no que diz respeito ao louvor, seja renovada no final destas poucas palavras. A partir de hoje, use o louvor como uma potente e maravilhosa arma para vencer seus problemas e os ataques do maligno. Que o Espírito Santo possa estar fluindo no seu louvor.


BIBLIOGRAFIA

  1. CHAMPLIN, Russell N. e BENTES, João M. Enciclopédia de Bíblia Teologia e Filosofia. São Paulo: Candeia, 1995.

Vol. 1 e 3.

  1. COSTA, Jefferson M. et alii. A mensagem oculta do Rock. 2.ed. Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembléias

de Deus, 1986.

  1. FILHO, João A. Ministério de Louvor - Revolução na vida da Igreja. Belo Horizonte: Editora Betânia, 1999.

  2. GOWER, Ralph. Usos e Costumes dos Tempos Bíblicos. CPAD, 2002.

  3. RABBI SHLOMO BEN ITZHAK. Chumash - Bíblia com comentários. Editora e Livraria Sefer

  4. KOESTER, Helmut. Introdução ao Novo Testamento - volume 2. São Paulo: Paulus, 2005.


VOCABULÁRIO (na proposta deste estudo bíblico. Retirado do dicionário AURÉLIO.

HARMONIA - consonância ou sucesso agradável de sons; na Grécia antiga, sucessão lógica dos sons; entre os gregos, adaptação de um texto a uma melodia.

INCANDESCENTE - quando está em brasa; ardente.

LÍRICO - quando o poeta conta as suas emoções e sentimentos íntimos.

MELODIA - sucessão rítmica, ascendente ou descendente de sons simples, a intervalos diferentes, que encerram certo sentido musical; musicalidade; sonoridade; quando composição musical constituída por um conjunto de frases que têm as características da melodia, embora associados a elementos de outra natureza. Por exemplo: a orquestra, quase sem pausa, rompeu numa melodia de ritmo rápido e sacudido.

MISTICISMO - disposição para crer, mediante a contemplação espiritual, procura atingir o estado extático da união direta com divindade, neste caso do estudo bíblico, com espíritos malignos.

MUSICOTERAPIA - tratamento de certas doenças mentais pela música.

PSICOSSOMÁTICO - diz-se das perturbações ou lesões orgânicas produzidas por influências psíquicas (emoções, desejos, medo, etc).