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QUEM É O MEU PRÓXIMO?

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Este título diz respeito a um dos clássicos dos ensinos do Mestre expresso em Lucas 10. 25 a 29. O certo doutor da lei de que trata a Bíblia, em seu diálogo com Jesus, mostrou-se exímio conhecedor dos ditames da lei judaica, porém, assoberbado, inquiriu a Jesus sobre a pessoa do seu próximo. Jesus com extrema sabedoria e presença de espírito, arquitetou uma narrativa alegórica, a chamada Parábola do Bom Samaritano, envolvendo nesta história a figura de um homem, vítima de cruéis salteadores, e de três personagens, um sacerdote, um levita e um samaritano. Deduz-se que o ‘certo doutor da lei’ tenha concluído, em sua linha de raciocínio, ser o sacerdote a principal figura nesta ordem de amor ao próximo.

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O HOMEM LIGHT COMO PRODUTO DA PÓS-MODERNIDADE

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A pós-modernidade tem levado as sociedades a olharem com muita indiferença para a Religião e tem até mesmo provocado o surgimento de uma nova ética. A tendência pós-moderna é banir com o conceito de verdade absoluta, numa sociedade de pensamento plural. Sem compreender os valores e a cultura pós-moderna, torna-se difícil compreender as pessoas, os novos valores tanto sociais quanto individuais e provocar uma mudança.

Em seu livro El hombre light, Enrique Rojas faz uma descrição muito realista do tipo de homem que a pós-modernidade tem produzido, homem este que assume contornos muito negativos. Segundo ele, os produtos “light” deram origem ao homem “light” e à vida “light”, caracterizada pelo fato de que tudo está sem calorias, sem gosto ou interesse. A vida pode ser comparada a um coquetel, onde tudo pode ser experimentado. O lema é pouca exigência e muita tolerância. O homem moderno, conforme descreve Rojas, é sumamente vulnerável. Embora seja atraente, é um ser vazio, evasivo e contraditório. Diante dos noticiários cria uma espécie de mecanismo de defesa, ficando insensível. Tem uma curiosidade insaciável por diversos assuntos, porém mal digerida e que não o leva a lugar nenhum. O que lhe interessa é ter, possuir, comprar mais e consumir loucamente. Fabrica sua verdade de acordo com suas preferências, escolhendo o que gosta e rejeitando o que não lhe apetece. É frio, não acredita em quase nada, suas opiniões mudam rapidamente e deixou para trás os valores transcendentes. Busca o prazer e o bem-estar a qualquer custo, além do dinheiro. Para ele tudo é descartável, inclusive as pessoas. Valoriza a cultura de tipo rápida, ligeira, leve, pois não tem muito tempo para a leitura e se distrai facilmente. Leva na sacola ou apresenta os best-sellers, mas não os lê, ou se o faz, não termina a leitura. O homem moderno, ainda conforme Rojas, não é feliz. Ele tem certa dose de bem-estar, tem prazeres, mas vive esvaziado da autêntica alegria. A forma suprema de prazer é a sexual. Busca o imediato, a satisfação rápida e sem problemas, que em longo prazo só acumula fracassos. Viver cansado é marca registrada do homem light. Cansaço que vem da luta permanente contra os revezes e frustrações da vida. O motivo real disso está na falta de um projeto de vida e do vazio interior. Carrega consigo o constante estresse, o pessimismo, e a depressão. Sonha com o relax, com o tempo livre e quer tudo para hoje.

Assim, a moral cristã, a partir da sua compreensão e valores, estabelece alguns desajustes neste esquema moral do homem moderno, dos quais mencionamos pelo menos três. 1- Moral sem pecado: A generalização do estilo de vida que despreza o sentido da culpa e do pecado. 2- Moral da situação: A implantação do relativismo que estabelece as circunstâncias, a subjetividade como caminho de realização moral. 3- Moral hedonista: A tendência a identificar o valor ético a partir do prazer e da satisfação que produz.

É preciso lutar e vencer a vida light. Escapar dos falsos absolutos, da idolatria do sexo, do dinheiro, do poder ou do sucesso, porque são meios, nunca podem ser fins em si mesmos. Aprender a viver o permanente em meio ao passageiro, o eterno em lugar do efêmero. Buscar a fé verdadeira e autêntica através da experiência religiosa, do encontro com o Deus. Celebrar a fé de forma alegre. Construir laços. A solidariedade, os projetos sociais, as ONGs, são convites e formas de realização pessoal. Levam a descobrir o outro e a vida que vale a pena ser vivida e que a verdadeira felicidade não reside no bem econômico pura e simplesmente.

Faz-se necessário que aqueles que lidam com a palavra de Deus, tenham uma visão alargada sobre esta nova realidade que marca a esta geração. Vemos como tudo faz parte de uma orquestração maligna e bem elaborada, mas conhecedores desses fenômenos comportamentais, vamos nos equipando para lutar. Se agirmos com convicção no que pregamos, sabemos que a palavra de Deus é poderosa em si mesma para levar este Homem pós-moderno a uma conversão sincera e mudança de comportamento. 

 

Reconhecendo os nossos limites

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Ter consciência dos nossos limites, reconhecer que somos seres finitos, é um passo importantíssimo no caminho da valorização de nossa história. Para aqueles que professam a fé cristã, a esperança esta ancorada na certeza de que, a vida no aqui, e, no agora, não é um fim em si mesmo, mas um estado transitório. Porém no aqui, e, no agora, temos o desafio de descobrir uma vida que vale a pena ser vivida. Alguém disse que a única coisa que se recusa ser sepultado com um homem é a sua história. O nosso pastor, Antônio Dionízio disse certa vez que; “O acumulo de riquezas pode até gerar conflitos familiares na divisão de bens, mas, a construção de um legado trará benefícios a todos os envolvidos”. Uma vida que vale a pena ser vivida é uma vida que tem o Senhor Jesus como o centro de tudo, o que é um enorme desafio. A terra é, em geral, propriedade dos valentes, dos arrogantes. Há uma necessidade no homem moderno em provar aos outros que são fortes.

Mas do que adianta conquistar a terra sem Deus? Moisés disse; “Se a sua presença não for conosco, não nos faça subir daqui”. Qual o proveito de conquistar espaços geográficos se não se conquistou ainda o terreno da própria intimidade pessoal com Deus, tranquilidade do coração, ou a segurança gerada pela certeza de uma identidade gerada na intimidade com o Criador. O Rev. R. B. faz uma leitura sobre a necessidade que temos de um centro orientador, em outras palavras, um propósito pelo qual valha a pena viver. Sobre isso ele diz; “Necessitamos hoje , mais do que em qualquer outro período da história, de um centro orientador, de um eixo que nos liberte de uma vida manipulada e manipuladora, buscando uma satisfação que logo é interrompida pela desilusão e desapontamento”.

O povo de Israel todas as vezes que se afastava do seu Centro, buscando sentido para a vida indo atrás de outros deuses, construindo altares a Baal em todo monte e debaixo de toda árvore, cedo ou tarde descobriam a enorme frustração e o grande vazio de uma vida entregue aos apelos de outras nações e da moda de outros povos.
Engajar-se numa vida que tem Jesus como centro, implica em caminhar com um propósito, é estabelecer um trono no centro de nossas vidas, e reconhecer que aquele que se encontra assentado nele não é apenas um personagem dominical, mas, a real razão pela qual se vale a pena viver e morrer – Jesus. Diante de uma geração obcecada pelo ter, onde o estereótipo é mais valorizado que o estado interior, “SER”, não é o bastante. Porém o desafio é exatamente esse, não ser lembrado somente pelo que você fez, mas por quem você foi. O Ser esta acima do Ter e do Fazer.

Lembro-me agora de uma pergunta feita por um professor; “Se você não existisse que falta você faria?”. A tragédia na vida não é a morte. Mas a grande tragédia na vida é uma vida sem propósito. (Myles Munroe).

 

É Natal, tempo de festa, de união, de alegria e, sobretudo de uma profunda reflexão espiritual!

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“E dará à luz um filho e chamarás o seu nome Jesus; porque ele salvará o seu povo dos seus pecados.”  Mt 1:21

Estamos no período de uma grande celebração: o natalício daquele que continua sendo tratado pela maioria da humanidade de Menino Deus. Apraz-nos lembrar que esse Menino, enquanto na terra esteve, cresceu em sabedoria, e em estatura, e em graça para com Deus e os homens. Em seus dias na terra, com humildade, poder e graça, Jesus implantou o reino dos céus entre nós. Fez-nos povo seu, integrantes de uma agência celestial na terra. Por conseguinte, comemoramos o aniversário daquele que nos a oportunidade de renovarmos as esperanças para mais um novo ciclo em nossas vidas. Com forças revigoradas, com sonhos e revitalizados pelo poder de Deus, em Jesus Cristo, certamente, venceremos em 2015.

Vamos crer que é possível realizar os nossos projetos pessoais e coletivos, no plano secular e divino. Que a cordialidade seja a nossa bandeira, a lógica e o bom senso a nossa bússola diária e, que JESUS CRISTO, seja a figura central em nossas vidas! Ao ensejo deste momento festivo, desta sublime celebração tomo a liberdade de convidar os ilustres seguidores do “site” da Assembleia de Deus Missões para uma profunda reflexão interior, falo do ato de pensar profundamente, eis que, Deus não fez o homem, para, em seguida destruir, mas para manifestação da sua glória, majestade e poder. Não obstante os equívocos dos nossos pais primitivos no Éden, Deus nos reservou a promessa de redenção, com a nossa vitória contra o mal, na pessoa bendita do Salvador Jesus Cristo. Jesus, um redentor nascido de uma mulher e que seria ferido ao ser crucificado, mas, que seria ressuscitado dentre os mortos para destruir as obras maléficas do pecado. Is 53: 5 – “...ele foi transpassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.”

O nascimento de Jesus é prova cabal da fidelidade de Deus no cumprimento das suas promessas, para salvação da humanidade. Os judeus esperavam um Messias, dominador, que viesse com a missão precípua de restabelecer o domínio político, social e econômico de Israel, com ações revanchistas contra as nações dos Egípcios, Assírios, Babilônios, Persas, Gregos e Romanos, porém, Jesus nascera para cumprir uma missão diferente, missão de conciliação e perdão, assegurar a salvação tanto para judeus, gregos, servos e livres, missão de um pastor que ama e se doa pelas suas ovelhas, missão eminentemente espiritual.

“Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele.”  Jo 3: 17

Aos 12 anos Jesus é encontrado entre os doutores discutindo os mais importantes assuntos. Aos 30 anos instalou seu Ministério do ensino, pregação e realização de coisas extraordinárias. A missão de Jesus não foi consolidada apenas com o seu nascimento, mas, principalmente com a sua morte e ressurreição. Crucificado, ao 3º dia ressuscitou e 40 dias após ascendeu aos céus. Era a vitória da vida sobre a morte. Morte vicária – morte por substituição aos que antes não tinham: nem Deus, nem paz e nem salvação. Na morte e ressurreição, Jesus nos propiciou: justificação, regeneração e redenção. Agora adoramos um Jesus que venceu a morte e morte de cruz e que está à destra de Deus Pai intercedendo por nós, torcendo pela nossa salvação. Pelos incontestes fatos relatados na Bíblia Sagrada e provas matérias existentes, e os acontecimentos dos tempos atuais, não há nenhuma dúvida que Cristo Jesus em breve voltará. Quando então, os santos de dias e eras passadas serão ressuscitados e os salvos vivos, transformados. Será então a celebração máxima da Igreja do Arrebatamento, feito que ocorrerá sobre o comando do nosso Magno, Vitorioso e Salvador Jesus Cristo. Que todos digam: “Ora, vem, Senhor Jesus.” AMÉM

   

A verdadeira liberdade

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A palavra liberdade, de acordo com a etimologia grega, eleutheria, significava liberdade de movimento. Tratava-se apenas da possibilidade do corpo se movimentar sem qualquer restrição externa. Compreendia-se a liberdade como o poder de se movimentar sem impedimento, seja em razão da liberdade do corpo, seja em razão da necessidade ou mesmo em razão do impedimento imposto por ordem de um senhor. Todo homem tem na sua essência uma busca natural por liberdade, muitos entendem que se tiverem, ou concederem, liberdade sem limites estarão proporcionando este direito. Quais as consequências do direito de liberdade desordenado? Liberdade não é libertinagem.

 

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Comportamentos que auxiliam no seu relacionamento profissional e pessoal

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No mundo, não há como viver isolado da civilização, quer na vida pessoal ou no meio coorporativo, sempre acabamos esbarrando em outras pessoas, colegas profissionais, amigos pessoais enfim, pessoas que todos os dias topamos em algum momento. Uma coisa é certa, não é salutar viver isolado, é necessário conviver bem com todas estas, para assim,realizarmos algo juntos. Como posso melhorar meus relacionamentos? Como lidar com diferenças de opinião, visão, formação, cultura, comportamento entre outras...? 

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De portas abertas para o Amor

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A grande maioria das pessoas tem dificuldades de aceitar que Deus é amor (1 Jo 4,8-11) , muitos dizem : Como crer no amor de Deus por mim, se vivemos  num mundo tão cheio de problemas? A resposta a esta interrogação é a razão de ser da Bíblia. A palavra de Deus é a história do amor de Deus pelos homens. Já no princípio, Deus revela que a razão de toda a criação é a Sua bondade: Deus viu que a luz era boa (Gn 1,4). E observe  que na criação, somente o homem foi criado à imagem e semelhança de Deus (Gn 1,26). Tudo foi criado por Deus para benefícios  do homem.Muitas pessoas não se acham capazes de viver com intensidade o amor de Deus. São pessoas  que passaram por experiências tristes e amargas na sua vida. Muitos foram rejeitados  desde o momento da sua gestação; outros, não receberam amor dos pais ou nem chegaram a conhecê-los. E além disso, vem outros traumas vindos da situação financeira, ou dificuldades de relacionamento, a rejeição por causa da raça... E tantos outros problemas, que acabam gerando a insatisfação e amargura diante da vida. Tudo isso, torna difícil amar a Deus, e aceitar que ele nos ama, pois perguntamos:

 

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Por onde anda esse macaquinho?

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alt Em julho de 1994, último ano do governo Itamar Franco, nasceu o Real. Prestes há completar vinte anos, a moeda continua exibindo a saúde que faltou às versões anteriores, fulminadas pela inflação. FHC, Lula e Dilma foram os únicos presidentes que não precisaram encomendar à Casa da Moeda, cédulas com outro nome, zeros a menos ou zeros a mais. Desde 1994, nada mudou. No início daquele ano foi criada, em tempo recorde, uma família de notas que continham no anverso a efigie da república (representada por uma escultura) e no reverso, um animal da nossa fauna. Para as notas de 1, 2, 5, 10, 20, 50 e 100 reais surgiram respectivamente às figuras do beija-flor, da tartaruga de pente, da garça, da arara, do mico leão dourado, da onça pintada e da garoupa (provando que dinheiro que é bom, nada). A nota de um real deixou de ser fabricada em 2006 e entre 2010 e 2013 todas as outras receberam novos modelos de cédulas, agora com tamanhos diferentes.

 

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