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Saúde emocional: aprendendo a lidar com as crises de ansiedade

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Uma Contextualização de Mateus 6.25-34

Escrito por Pr. Samuel Silva*.

Pelo o que se consta, a medicina, como ciência milenar, sempre olhou para a Psiquiatria e para a Psicologia com certo desdém por considerá-las como ciências novas, imaturas. Todavia, publicações especializadas na área médica dão conta de que nas últimas décadas a medicina tem abandonado sua postura orgulhosa e procurado estudar e tratar o ser humano integral – organismo e psique (alma) -, pois a medicina vem constatando, e cada vez mais, que muitas doenças cardiovasculares, gastrintestinais, etc. têm como causas transtornos psíquicos, entre os quais se destaca a ansiedade. O Senhor Jesus, supremo conhecedor da estrutura humana (Sl 103.14), quando a medicina estava muitíssimo longe de ser o que é hoje, já alertava os seus seguidores a controlar a ansiedade, pois em nada esta ajuda na solução dos problemas. Discursava enfaticamente: “Não andeis ansiosos pela vossa vida.” Com isto, Jesus não estava reprovando de todo a ansiedade, pois esta é um processo natural da personalidade humana; mas que não vivessem ansiosos.

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Mas Vós, Quem Dizeis Que Eu Sou?

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Uma Reflexão Natalina em Mateus (16.13-17) 

Jesus caminhava com seus discípulos. Mateus nos informa que iam em direção à Cesaréia de Filipe. A caminhada seguia o seu curso, lenta e descontraída. A conversa era informal. Sendo Mestre por excelência, Jesus percebeu ser aquele o momento ideal, em que caminhavam todos descontraídos, livres de qualquer tensão ou pressão das multidões, para colher a opinião deles sobre “Quem diz o povo ser o Filho do Homem?” E, claro, na mesma conversa informal, Jesus também buscaria saber particularmente a opinião dos seus discípulos sobre o que estes também pensavam a respeito daquEle a quem seguiam com tanto entusiasmo.  

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Redescobrindo a alegria de ir à igreja

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Uma Contextualização de 1 Tm 3.15 “(...) Como se deve proceder na casa de Deus, que é a igreja do Deus vivo, coluna e baluarte da verdade”.


Pastores de igrejas, missionários e cristãos fervorosos hão de convir que está ocorrendo um fenômeno que é cada vez mais evidente: Muitos cristãos estão perdendo o entusiasmo pela igreja! Não que os templos estejam necessariamente vazios, mas torna-se notório que muitos dos presentes na assembléia dos santos estão alheios ao culto. E penso que isto é ainda mais notório e mais verdadeiro aqui na Europa.

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Quebrar a cabaça...

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Cada povo tem uma maneira cultural própria de resolver os seus conflitos e suas queixas. Nestes dias tenho pensado na importância do perdão e na extensão desse ato.

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Adoração e louvor na terceira idade

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Ter uma vida longa aqui na terra é benção de Deus. Porque Deus nos criou para a sua glória e enquanto temos fôlego de vida podemos louvar ao senhor e ser um grande instrumento nas mãos dele.

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Exortação à santificação: o relacionamento com Deus e com os homens

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A santidade é um dos atributos de Deus (SOARES, p. 72). Deus é santo e isso significa que está totalmente envolvido em brilho, separado da sua criação (Is 40.25), inspira temor e reverência na criação, é glorioso, é solene. Sua santidade O isola do mal (Hc 1.13); Ele é merecedor do louvor (Sl 99.3). A santidade de Deus deve ser imitada (Lv 11.44): a santificação é desejo de Deus para os salvos (1 Ts 4.3) e Deus santifica os escolhidos para sua obra (Jr 1.5).

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Paulo – um modelo de líder servidor

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James Hunter, autor de “O Monge e o Executivo” tem o mérito de resgatar, com maior notoriedade que outros formadores de opinião, algumas idéias sobre a essência da liderança, revolucionárias para os tempos modernos da competitividade corporativa, mas antigas e bem conhecidas pelos estudiosos da Bíblia. Entre essas idéias três se destacam: o verdadeiro líder é um servidor, o amor é base para a liderança e o amor só tem sentido se encorajar à ação.

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O ministério da reconciliação

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O homem foi criado em glória e honra (Sl 8.5), sem pecado, inclinado à justiça (Ef 4.24) e vivia em comunhão com Deus. Essa comunhão foi interrompida pela corrupção do pecado (Is 59.2). A humanidade, desde então, vive separada de Deus (Rm 3.23), já que a herança pecaminosa é transmitida de geração em geração (1 Pe 1. 18). Mas Deus já tinha um plano para a redenção do homem através de Cristo (Ef 3.11). De fato, logo depois da queda, Deus manifestou seu plano: da semente da mulher levantaria alguém que destruiria o inimigo e redimiria o homem (Gn 3.15). Assim, a reconciliação do homem com Deus é um propósito eterno do Senhor.

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